terça-feira, 9 de julho de 2019

Colaborador: GUILHERME DE ALMEIDA


Por Francisco José dos Santos Braga


Guilherme de Almeida ( ✰ Campinas, 24/07/1890  - ✞ São Paulo, 11/07/1969)

Meu homenageado foi um advogado, jornalista, heraldista (tendo criado o brasão das cidades de São Paulo, Petrópolis (RJ), Volta Redonda (RJ), Londrina (PR), Brasília (DF), Guaxupé (MG), Caconde, Iacanga e Embu (SP)), crítico de cinema, poeta, ensaísta e tradutor brasileiro, tendo sido, além disso, o responsável pela divulgação do poemeto japonês HAIKAI no Brasil. Também Guilherme de Almeida foi ainda um dos fundadores da Revista Klaxon, que visava a divulgação da ideias modernistas, tendo realizado sua capa, assim como os arrojados anúncios da Lacta, para a mesma Revista. Elaborou igualmente a capa da primeira edição do livro Paulicéa Desvairada, de Mário de Andrade. Também é notória sua participação no grupo verde-amarelista; em suas colaborações com a Revista de Antropofagia, publicou poemas-piada à moda de Oswald de Andrade. 

Combatente na Revolução Constitucionalista de 1932 e exilado em Portugal, após o final da luta, Guilherme de Almeida foi homenageado com a Medalha da Constituição, instituída pela Assembleia Legislativa de São Paulo. Sua obra maior de amor a São Paulo foi seu poema Nossa Bandeira, além do Hino dos Bandeirantes – a Lei nº 337, de 10 de julho de 1974, revoga o artigo 3º da Lei n. 9854 de 2 de outubro de 1967, e institui o poema "Hino dos Bandeirantes", como letra do Hino Oficial do Estado de São Paulo – e da letra do hino da Força Pública (atual Polícia Militar do Estado de São Paulo).

Escreveu o poema Moeda Paulista, a pungente Oração Ante a Última Trincheira, a letra do "Hino Constitucionalista de 1932/MMDC", bem como d'O Passo do Soldado, com música da autoria de Marcelo Tupinambá, pseudônimo de Fernando Lobo, com interpretação de Francisco Alves. O poema Nossa Bandeira serviu de inspiração para o dobrado Treze Listras do compositor e maestro Pedro Salgado. 

Sobre o poema Nossa Bandeira, tenho ainda a acrescentar que foi escrito no calor da Revolução de 1932, quando foi resgatado o projeto de 1888 de Júlio Ribeiro, mineiro de Sabará radicado em São Paulo a partir de 1865, para a bandeira do Brasil republicano, a fim de servir de símbolo por um Brasil melhor saído da instalação de uma nova Constituinte. A estrutura do poema utilizou uma comparação das listas pretas e brancas alternadas da bandeira com aspectos encontrados na História paulista, o que deu um sabor pitoresco ao poema. O esquema dos versos em redondilha maior aproxima-o dos ritmos mais populares, o que também vale para a organização das estrofes em quadras, com esquema de rimas ABAB. 

Por todas essas realizações, Guilherme de Almeida é proclamado "O poeta da Revolução de 32". Em todas elas, sobressaiu sempre o artista do verso, que o poeta Manuel Bandeira considerou o maior em língua portuguesa. 

É também da autoria de Guilherme de Almeida a letra da Canção do Expedicionário com música de Spartaco Rossi, referente à participação dos pracinhas brasileiros na Segunda Guerra Mundial. Compôs também os versos do hino a Brasília, quando a cidade foi inaugurada. 

O poema “A Carta Que Eu Sei de Cor”, de Guilherme de Almeida, publicado em seu livro Era uma vez, foi, em 1930, declamado na Faculdade de Letras de Coimbra na importante conferência “Poesia Moderníssima do Brasil”, que foi posteriormente publicada na revista Biblos [Faculdade de Letras de Coimbra), Vol. VI, n. 9-10, Coimbra, Setembro e Outubro de 1930], bem como no Jornal do Commercio do Rio de Janeiro, em 1931. 

Guilherme de Almeida foi o primeiro modernista a entrar para a Academia Brasileira de Letras, justamente em 1930 (terceiro ocupante da Cadeira 15, eleito em 6 de março de 1930, na sucessão de Amadeu Amaral e recebido pelo Acadêmico Olegário Mariano em 21 de junho de 1930). Em 1958, foi coroado o quarto “Príncipe dos Poetas Brasileiros” – concurso promovido pela revista Fon-Fon –, depois de Bilac, Alberto de Oliveira e Olegário Mariano. 

Foi presidente da Comissão Comemorativa do Quarto Centenário da cidade de São Paulo. 

Encontra-se sepultado no Mausoléu do Soldado Constitucionalista de 1932, no parque do Ibirapuera, na cidade de São Paulo, ao lado de Ibrahim de Almeida Nobre, o "Tribuno de 32", dos despojos dos jovens conhecidos pela sigla M.M.D.C. (Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Américo Camargo de Andrade), e do caboclo Paulo Virgínio.

Acrônimo para o quarteto morto a tiros em 23/05/1932, durante protesto, na esquina da Rua Barão de Itapetininga com a Praça da República, em um dos principais episódios da Revolução Constitucionalista de 1932. A tragédia serviu de combustível para mobilizar os paulistanos em direção à guerra.
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[ULRICH, 2007, 8-14] baseou-se no estudo de A. C. Ferreira exposto em A Epopeia Bandeirante: letrados, instituições, invenção história (1870-1940) sobre a produção de contos, romances, poemas e estudos bandeirantistas, para mostrar como Guilherme de Almeida, após a primeira fase modernista, enveredou por esse campo da literatura paulista histórica do Estado paulista. 

Segundo a autora da dissertação apresentada ao Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, intitulada Guilherme de Almeida e a construção da identidade paulista, “as concepções acerca da raça do bandeirante e a sua contribuição para a construção do Estado de São Paulo foram trabalhadas por grupos letrados da intelectualidade paulista ligados a importantes instituições intelectuais de São Paulo, como, por exemplo, o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e o Museu Paulista. Nas primeiras décadas do século XX, esses grupos inverteram a tese de que o sertanejo constituía uma 'raça híbrida e impura', cujo nome não deveria ser confundido com o dos paulistas do início do século XIX. 

Rebatendo teorias racistas, esses grupos não aceitaram a tese de inferioridade dos mestiços, pelo menos os do Estado de São Paulo, e valorizaram o surgimento de um 'subgrupo racial superior' representado pelo bandeirante (A.C. Ferreira, 2002, pág.18). (...) 

Essa literatura regionalista sobre o bandeirante nasceu também pela necessidade de apropriar a imagem do crescimento econômico de São Paulo durante a modernidade. Assim, o objetivo dos intelectuais e escritores das primeiras safras literárias pós-romantismo, baseado na predominância do positivismo e do evolucionismo, foi também o de projetar o Estado de São Paulo culturalmente dentro do quadro nacional (A.C. Ferreira, 2002, págs. 32 e 33). (...) 

Além disso, essa literatura regional paulista, nascida para reinventar o sertanista colonial, experimentou visões nacionalizantes para a construção textual que proliferava de seus projetos. Para os membros do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, por exemplo, os estudos, narrativas e poesias de cunho histórico-nativista representavam a história de São Paulo como a própria história do Brasil (A.C. Ferreira, 2002, pág. 110). (...) 

A constante procura do exame e, mais tarde, da mitificação da raça paulista, foi o centro da literatura regional paulista do início do século XX, que se debateu, constantemente, sobre a influência dos negros, índios e brancos na relação com nossos mamelucos e as conseqüências dessas fusões na cultura e progresso do Estado de São Paulo. A esse extremo de importância da raça na constituição do paulista, verifica-se, com as letras da Revolução de 32, o direcionamento de letras produzidas para o advento da guerra paulista, como a obra de Alfredo Ellis Jr. (...) 

Na tarefa de incrementar, a partir de 1929, a frivolidade da elite paulista, na coluna Sociedade n'O Estado de S. Paulo, Guilherme de Almeida, influenciado pela linha de escritores tradicionalistas, mergulhou nas questões da identidade paulista. De imagens progressistas como "cidade cosmopolita e sem raízes profundas, por suas transformações sociais intensas e velozes, de arranhas-céus cinzentos e luminosa", Guilherme de Almeida optou passar para o oposto, como uma "São Paulo cafeeira, colonizada pela fidalguia portuguesa, digna de apreciar no passado todo o seu ciclo de conquistas". Designa-se amadurecida esta linha de pensar sobre São Paulo porque ele manteve a linha regionalista paulista até o fim de sua obra, sem se influenciar por outras tendências ou modos de pensar sobre o Estado.

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No Fórum dos Leitores do jornal O Estado de S. Paulo, edição de 09/07/2019, encontrei uma referência a Guilherme de Almeida, assinada por José D'Amico Bauab, membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, nos seguintes termos:
“Este 9 de julho marca também o cinquentenário da ausência física de Guilherme de Almeida, o poeta de 32. Numa predestinação que só a musa Clio poderia cometer, julho, mês da epopeia paulista, é também o de nascimento e morte de Guilherme. De polivalência renascentista, foi também advogado, tradutor, compositor, crítico cinematográfico, teatrólogo, roteirista, publicitário, desenhista e durante anos cronista do Estado. O Museu Casa Guilherme de Almeida e o Colar Guilherme de Almeida, instituído pela Câmara Municipal de São Paulo como premiação cultural da cidade a partir de 2015, perpetuam sua memória e sua obra. Em 1946 Guilherme de Almeida escreveu sobre a bandeira paulista:
'Volta a nós vigilante, / mãe, esposa, irmã, amante, / noiva e filha, volta, pois. / É preciso que proves/ que existiu um nove/ de julho de trinta e dois.'
(Versos extraídos do poema "À Santificada", por Guilherme de Almeida)

E, na mesma coluna, sobre a Revolução Paulista de 32, escreveu José Roberto Cersosimo:
“Comemoremos esta emblemática data, relembrando em poucas palavras os fatos da época, quando São Paulo lutou bravamente pela elaboração e aprovação de nova Constituição para o nosso país. O movimento iniciou-se no dia 9 de julho de 1932 na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Por marchas, contramarchas e traições de aliados, após muitas mortes, terminou em 2 de outubro do mesmo ano, quando as forças federais depuseram o então governador de São Paulo, Pedro de Toledo. Ao revés do que parecer possa, a luta perdida por falta de armas e de estrutura marcou uma vitória consagradora, de vez que poucos meses depois, em 3 de maio de 1933, houve eleições para a Constituinte, tendo-se promulgado em 16 de julho daquele ano uma nova Carta Magna, retornando a vigorar plenamente o regime democrático no Brasil. Como soam os versos imortalizados por Guilherme de Almeida: "Bandeira da minha terra, / bandeira das treze listas"...
Ao ensejo, envio meus sentimentos à família do dr. Paulo Bomfim, príncipe da poesia brasileira, falecido no domingo. Por pouco sua morte não foi em 9 de julho, que ele tão bem comemorou e representou por meio de seus poemas memoráveis.


IV. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 
ULRICH, Aline: Guilherme de Almeida e a construção da identidade paulista, dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Literatura Brasileira do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, para a obtenção do título de Mestre em Letras, 2007, 180 p.
Link: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8149/tde-03042008-132431/publico/DISSERTACAO_ALINE_ULRICH.pdf

POEMAS DE GUILHERME DE ALMEIDA


Por Francisco José dos Santos Braga



NOSSA BANDEIRA

Por Guilherme de Almeida














Bandeira da minha terra,
Bandeira das treze listas:
São treze lanças de guerra
Cercando o chão dos paulistas!

Prece alternada, responso
Entre a cor branca e a cor preta:
Velas de Martim Afonso,
Sotaina do Padre Anchieta!

Bandeira de Bandeirantes,
Branca e rôta de tal sorte,
Que entre os rasgões tremulantes,
Mostrou as sombras da morte.

Riscos negros sobre a prata:
São como o rastro sombrio,
Que na água deixara a chata
Das Monções subido o rio.

Página branca-pautada
Por Deus numa hora suprema,
Para que, um dia, uma espada
Sobre ela escrevesse um poema:

Poema do nosso orgulho
(Eu vibro quando me lembro)
Que vai de nove de julho
A vinte e oito de setembro!

Mapa da pátria guerreira
Traçado pela vitória:
Cada lista é uma trincheira;
Cada trincheira é uma glória!

Tiras retas, firmes: quando
O inimigo surge à frente,
São barras de aço guardando
Nossa terra e nossa gente.

São os dois rápidos brilhos
Do trem de ferro que passa:
Faixa negra dos seus trilhos
Faixa branca da fumaça.

Fuligem das oficinas;
Cal que as cidades empoa;
Fumo negro das usinas
Estirado na garoa!

Linhas que avançam; há nelas,
Correndo num mesmo fito,
O impulso das paralelas
Que procuram o infinito.

Desfile de operários;
É o cafezal alinhado;
São filas de voluntários;
São sulcos do nosso arado!

Bandeira que é o nosso espelho!
Bandeira que é a nossa pista!
Que traz, no topo vermelho,
O Coração do Paulista!


A Carta Que Sei de Cor

Por Guilherme de Almeida


E tu me escreves: – "Meu amor, minha saudade!
Há tanto tempo não te vejo: há quasi um dia;
estou tão longe: do outro lado da cidade...
Tive sonhos tão bons esta noite! Vem vê-los:
ainda estão nos meus olhos loucos de alegria.
Sabes? esta manhã cortei os meus cabelos.
Denunciavam-me tanto! E a ti também, meu poeta...
Que alívio! Tenho a sensação de haver cortado
relações com alguma amiguinha indiscreta.
Agora estamos mais a nosso gosto. Agora
o meu gosto será bem menos complicado
para pôr o chapéu, quando me for embora...
Sinto-me tão feliz! Tive um riso sincero
ao meu espelho: e esse sorriso revelou-me
que o meu único mal é este bem que eu te quero..."
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
E quando chego ao fim da carta, sinto, vejo
que a minha boca toma a forma do teu nome:
a forma que ela tem quando vai dar um beijo...


Soneto XXXII

Por Guilherme de Almeida


Quando a chuva cessava e um vento fino
franzia a tarde tímida e lavada,
eu saía a brincar, pela calçada,
nos meus tempos felizes de menino.

Fazia, de papel, toda uma armada;
e, estendendo meu braço pequenino,
eu soltava os barquinhos, sem destino,
ao longo das sarjetas, na enxurrada...

Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles,
que não são barcos de ouro os meus ideais:
são feitos de papel, são como aqueles,

perfeitamente, exatamente iguais...
– Que os meus barquinhos, lá se foram eles!
Foram-se embora e não voltaram mais!

(Nós, 1917.)

O HAIKAI

Por Guilherme de Almeida


Lava, escorre, agita
A areia. E, enfim, na bateia
Fica uma pepita.

domingo, 7 de julho de 2019

Colaborador: SALOMÃO SCHWARTZMAN

SALOMÃO SCHWARTZMAN era advogado, sociólogo e jornalista. Atuou principalmente em rádio e em televisão.

Era formado em Ciências Políticas e Sociais, pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Sua formatura foi em 1983.

Trabalhou também na imprensa escrita e em 1977, ganhou o “ Prêmio Esso de Jornalismo”.

Atuou na Rede Manchete de Televisão, tendo  sido âncora do programa jornalístico: “ Frente a Frente”. Fez ainda o “ Momento Econômico” e o programa musical: “Clássicos em Manchete”.

Trabalhou na TV Cultura( Fundação Padre Anchieta), tendo sido responsável pelas emissoras de rádio - Rádio Cultura AM e Rádio Cultura FM.

Em 2007, saiu da Cultura e foi para a Rádio Scala FM de São Paulo, onde apresentava o programa: “Diário da Manhã”. Mas a Rádio Scalla saiu do ar e, logicamente, Salomão saiu também.

Foi, em seguida, para a Rádio BandNews FM, nos cargos de colunista e cronista. Também teve um programa de televisão, que se chamava: “Salomão:” (e se lê: Salomão dois pontos), no canal de TV: BandNews.

A frase que ele sempre usou para encerrar seus programas era: “ Seja Feliz”.

Fonte: http://www.museudatv.com.br/biografia/salomao-schwartzman/

CRÔNICA DE SALOMÃO SCHWARTZMAN PROPÕE A INVERSÃO DA VIDA E DA MORTE


Por Francisco José dos Santos Braga

Salomão Schwartzman (✰ Niterói, 09/01/1934 ✞ São Paulo, 06/07/2019)

Na crônica matutina de quarta-feira, em 27/11/2013, o apresentador do Diário da Manhã, Salomão Schwartzman, interpretou texto escrito por Charlie Chaplin, que propõe a inversão das etapas da vida e da morte. Leia, pois, o comentário na íntegra: 

A Danuza Leão faz tempo ela confessou que tinha chegado às mãos dela um texto que lhe parecia perfeito e que falava da vida e de morte. O texto perfeito foi de Charlie Chaplin. É um texto diferente de tudo que se costuma ler. E mesmo que você já o conheça, ouvirá agora com o mesmo prazer. Ele vai como um presente para você, meu caro ouvinte, meu caro amigo do Diário da Manhã. Trata-se de uma pequena obra prima e a genialidade é sempre digna de aplausos, de pé. É um texto curto como devem ser os melhores e este é um deles. 
A coisa mais injusta sobre a vida é como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente: nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha quarenta anos até ficar novo o bastante para poder aproveitar a sua aposentadoria. Aí curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade. Vai para o colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando... E termina tudo num grande orgasmo!!! Não seria perfeito?”
Charles Spencer Chaplin ( ✰ Londres, 16/04/1889  ✞ Corsier-sur-Vevey, Suíça, 25/12/1977)

Pensamento dele, gênio Charlie Chaplin, que também diz: 
Eu creio no riso. Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror. Eu não preciso me drogar para ser um gênio. Eu não preciso ser um gênio para ser humano. Mas preciso do seu sorriso para ser feliz. Um dia sem rir é um dia desperdiçado. Um suspiro é uma censura ao presente e um sorriso ao passado.
(Como diz o Lauro Trevisan: Que sua colheita seja abundante e eterna e o sorriso da felicidade e do sucesso enfeite os seus lábios!)
Sorri, quando a dor te torturar e a saudade atormentar os teus dias tristonhos e vazios! (primeiro verso de Smile, de Chaplin)

E nunca se esqueça: um sorriso puxa outro. Então, idealize o mundo com um sorriso seu. Olhe para a pessoa que está a seu lado agora, agora, e sorria. Vamos, tente sorrir! Você vai receber outro sorriso de volta. Eu prometo: não falha nunca. Sorria! Faça feliz! E seja feliz!